
O rock gaúcho muitas vezes é visto como um gênero de rock,
algo que é extremamente equivocado, pois o tal “rock gaúcho” é nada mais nada menos do que um som feito no sul. Pode ser emocore (um lixo), new metal, psicodélico ou clássico. A única certeza que se tem é a de que se trata somente de mais um “made in sul” que se exporta, para o país e para o mundo. Pelo menos há alguns anos era assim, mas ultimamente o “tio rock” anda meio escondidinho na mídia do Brasil. Somente se vê por ai a TOTAL QUALIDADE do funk, mas qualidade não é o nosso assunto e sim o sumido “rock dos pampas”. Nos anos de 88 e 89 tivemos a grande explosão de uma banda de porto alegre, Nenhum de Nós que foi uma das mais marcantes bandas gaúchas de todos os tempos, nacional e internacionalmente falando, depois dos “nenhuns” arrastar multidões aparecerem outras “gauchinhas” de sucesso como Engenheiros do Hawaii, Graforréia Xilarmônica, Cidadão Quem, Acústicos & Valvulados, Cascavelletes, Júpiter Maça dentre outros. Cada um na sua época no seu estilo e suas “novidades”. Desde então o rio grande do sul que era visto no norte e nordeste como o estado do rock emplacou poucos sucessos e os poucos lançados formaram o efeito “bandinhas instantâneas” com uma musica, no maximo duas de reconhecimento do povão. Não se pode esquecer que a dificuldade de emplacar realmente no país não é algo só da galera do sul, e sim num amplio total. Atualmente podemos observar o esforço de algumas bandas do sul como a Cachorro Grande, Drive, TNT, Identidade e outras que já tem seus sons estourados na nossa região, ainda lutam para ter-los em todas as rádios do país e com certeza nós estaremos de fé torcendo por vocês, afinal o rock é independente de lugar, estilo ou maneira com que é feito, merece todo nosso carinho, atenção e admiração. Viva o rock n’ roll de qualidade!!!!!!!
Nenhum comentário:
Postar um comentário