segunda-feira, 28 de abril de 2008

Redescobrindo Metallica

Há uns 12 anos atrás me foi apresentado um som meio pesado. Confesso que a primeira vista não gostei do que ouvia, ou melhor, do que não ouvia, pois não entendia nada.

Tinha umas duas ou três músicas que soavam melhor em meus ouvidos de garota de 15 anos que queria mais era curtir as músicas do momento. Mas, com muita insistência Do amigo que me apresentou o som, fui me acostumando com aquele som.

Mas hoje, posso dizer que redescobrir Metallica foi um grande achado em uma caixinha guardada. Além das marcas do passado, que são tão boas, posso garantir que a banda possui um repertório musical muito variado e abrangente. Pode-se até mesmo dizer que o som que se tem é arte.

Digo isso porque ouvir “Nothing Else Matter” e “The Unforgiven” transmite um ar sublime e arrepiante que toma conta de toda o ser.

Metallica é e sempre será fundamental na onda heavy metal. O grupo expandiu os limites do trash, usando velocidade e volume para melhorar ainda mais a estrutura de suas composições. James Hetfield desenvolveu seu estilo próprio, com a sua voz rosnada e inimitável, enquanto Kirk Hammett tornou-se um dos guitarristas mais copiados do metal. Para completar, a bateria forte e complexa de Lars Ulrich se encaixava perfeitamente com o baixo inovador de Cliff Burton.

Apesar de todo o sucesso da banda e de seu poder perante o heavy metal, os fãs mais ardorosos da banda reclamam e não aceitam o novo som e a nova imagem da banda. Contudo, acho que vale a pena redescobrir Metallica, sempre!

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