
Aqui está o disco que tinha prometido!



Hoje tive uma noticia logo pela manhã que de uma certa forma deu uma estragada no dia...

Algumas pessoas podem dizer que estou dando um tiro no pé. Mas, mesmo tendo o jornalismo como profissão escolhida e uma grande paixão, não acho certo e muito menos justo o que os “colegas de profissão” estão fazendo no caso Isabella Nardoni.
Acho que a primeira vista, estavam certo. Afinal, no país do carnaval e onde tudo acaba em pizza é papel da imprensa pressionar os órgãos para se ter respostas.
Mas, dessa vez o exagero foi incomensurável. Um verdadeiro espetáculo midiático. Um circo para ser mais direta e clara.
Hoje, tenho minha opinião, digo que em grande parte, as informações obtidas por meio dessa mídia que espetacularizou todo o drama do caso, foi fundamental para ela. Mas já é hora de conseguir novas pautas, novos assuntos e deixar que a polícia, Ministério Público, Justiça e Deus façam o que tem que ser feito.
Acho ainda que é hora de quem realmente amava a pequena Isabella, que foi tirada desse mundo de uma forma tão brusca e cruel, possam relembrar da pequena nos seus momentos felizes. Que eles possam ligar a TV e descobrir programas de entretenimento para a dor que nada vai tirar, ao invés de ligar a televisão a qualquer hora do dia ou da noite e ter que ouvir e ver sempre as mesmas acusações, as mesmas imagens e relembrar que no mundo existe seres tão bárbaros que não tem coragem nem de dizer o que fazem.
Acho que a mídia ao invés de ficar andando em círculo, deve se preocupar com outros escândalos, como é o caso dos deputados que buscam aumentar a própria verba de gabinete para R$60.000,00.
Isso sim é um assunto que tem tudo para virar um grande circo – para não dizer que já um circo completo – imagine só quantas barbaridades acontece nesse país, lá no planalto central com nosso suado dinheiro e nem nos damos conta!!! Acho que chegou a hora de mudarmos o canal.
Especialistas no quesito futebol afirmam que quando se trata de clássico, o equilíbrio é que paira. Mas, os dois grandes clubes de Minas mostram que isso não é bem uma regra.
No último domingo (27/04/08), o Cruzeiro Esporte Clube mostrou que regras existem para serem quebradas.
Depois de uma derrota patética no ano passado, no primeiro jogo da final do campeonato mineiro, por 4x0, pelo Clube Atlético Mineiro, onde teve até gol de cobertura com o goleiro de costas, nesse ano o time celeste devolveu o placar com juros e correção monetária.
A raposa desfilou
O clube, comandado pelo técnico Adilson Batista, soube aproveitar todas as chances. Tinha uma avenida aberta, onde Ramires, Wagner, Jadilson e todo o elenco azul passavam tranqüilamente, enquanto o “time” atleticano tentava se encontrar.
Realmente, o placar foi digno de uma seleção, que depois da derrota vergonhosa em 2007, deu o troco com um sabor de vitória.
5 x 0 para a China Azul. Agora, é esperar para ver, pois como todos sabem, futebol é uma caixinha de surpresas.
Há uns 12 anos atrás me foi apresentado um som meio pesado. Confesso que a primeira vista não gostei do que ouvia, ou melhor, do que não ouvia, pois não entendia nada.
Tinha umas duas ou três músicas que soavam melhor em meus ouvidos de garota de 15 anos que queria mais era curtir as músicas do momento. Mas, com muita insistência Do amigo que me apresentou o som, fui me acostumando com aquele som.
Mas hoje, posso dizer que redescobrir Metallica foi um grande achado em uma caixinha guardada. Além das marcas do passado, que são tão boas, posso garantir que a banda possui um repertório musical muito variado e abrangente. Pode-se até mesmo dizer que o som que se tem é arte.
Digo isso porque ouvir “Nothing Else Matter” e “The Unforgiven” transmite um ar sublime e arrepiante que toma conta de toda o ser.
Metallica é e sempre será fundamental na onda heavy metal. O grupo expandiu os limites do trash, usando velocidade e volume para melhorar ainda mais a estrutura de suas composições. James Hetfield desenvolveu seu estilo próprio, com a sua voz rosnada e inimitável, enquanto Kirk Hammett tornou-se um dos guitarristas mais copiados do metal. Para completar, a bateria forte e complexa de Lars Ulrich se encaixava perfeitamente com o baixo inovador de Cliff Burton.
Apesar de todo o sucesso da banda e de seu poder perante o heavy metal, os fãs mais ardorosos da banda reclamam e não aceitam o novo som e a nova imagem da banda. Contudo, acho que vale a pena redescobrir Metallica, sempre!


É, depois de um longo tempo sem postar nada aqui, estou afim de voltar, só que com qualidade elevada e com uma diversificação maior de assuntos.
No novo High Skol Music falaríamos de politica, questões relativas a sociedade, Musica de qualidade obviamente, divulgariamos artistas de boa qualidade, também poderíamos falar de teorias criadas pelos internautas a fim de esclarecer muitas coisas através de pensamentos complexos, mas explicados de uma maneira simples, teríamos como base um humor inteligente, de um modo que não ofenda as ideias de ninguém. Tudo isso num modo de destacarmos a compreensão de todos em determinados assuntos.
Pois é, agora o que solicito é apoio e colaboração de quem quiser se tornar um colunista através de sua competência através do que escreve. Pois me mande um e-mail , highskolmusic@hotmail.com, ou me adicione no msn, jamaneca@hotmail.com, a fim de me mandar um texto seu ou sua opniao sobre qualquer coisa que você querer, se for de qualidade eu respondo.
Abraço!